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	<title>Coleções &#8211; Memória Institucional</title>
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	<title>Coleções &#8211; Memória Institucional</title>
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		<title>Coleção Memória Institucional</title>
		<link>https://memoria.igc.usp.br/colecao-memoria-institucional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camila Sborja]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 16:42:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esta coleção documenta momentos do Instituto de Geociências, incluindo fotografias de diferentes períodos da história do IGc.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta coleção documenta momentos do Instituto de Geociências, incluindo fotografias de diferentes períodos da história do IGc.</p>
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		<title>Coleção Ronaldo Mouth Queiroz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Sborja]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 16:57:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Biografia Nascido em São Paulo, Ronaldo Mouth Queiroz começou a trabalhar aos 13 anos como fiscal de propagandas de rádio. Foi aprovado no vestibular para o curso de Geologia na Universidade de São Paulo (USP), onde começou a fazer parte do movimento estudantil. Nesse período, dava aulas em cursos pré-vestibulares. Tanto no colégio, como durante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Biografia<br />
Nascido em São Paulo, Ronaldo Mouth Queiroz começou a trabalhar aos 13 anos como fiscal de propagandas de rádio. Foi aprovado no vestibular para o curso de Geologia na Universidade de São Paulo (USP), onde começou a fazer parte do movimento estudantil. Nesse período, dava aulas em cursos pré-vestibulares. Tanto no colégio, como durante a faculdade, publicava jornais de humor sob o pseudônimo “Mc Coes”. Posteriormente, essas publicações passaram a tratar de temas políticos.<br />
Em 1969, iniciou a militância na Ação Libertadora Nacional (ALN) e procurou articular a organização com o movimento estudantil. Entre 1970 e 1971, foi presidente do Diretório Central de Estudantes da USP. Em razão das perseguições políticas a que foi submetido, já no final de 1971 passou a viver na clandestinidade. Morreu em São Paulo, no dia 6 de abril de 1973, em circunstâncias ainda não esclarecidas. De acordo com a versão oficial apresentada pelos órgãos de repressão do Estado e publicada no Jornal do Brasil de 7 de abril de 1973, Ronaldo Mouth teria morrido em confronto armado com agentes de segurança do Estado, após ter resistido à ordem de prisão. O laudo necroscópico, assinado pelos legistas Isaac Abramovitc e Orlando Brandão, também confirma a versão oficial dos fatos ao descrever as lesões que provocaram sua morte.<br />
Passados mais de 40 anos da morte de Ronaldo Mouth Queiroz, as investigações realizadas pela Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos e, mais recentemente, pela Comissão Nacional da Verdade (CNV) revelaram a existência de indícios que permitem apontar a falsidade da versão divulgada pelos órgãos de repressão. Segundo o documento do Instituto Médico Legal de São Paulo (IML/SP), o corpo de Ronaldo teria chegado ao necrotério às 8 horas do dia 6 de abril de 1973. O mesmo documento registra que a morte teria ocorrido às 7h45. Entretanto, os 15 minutos de diferença entre o horário da morte e o horário de chegada do corpo ao IML seriam insuficientes para o traslado do cadáver entre os dois pontos da cidade. Ademais, até o momento, não foram identificados outros documentos que permitam comprovar a versão de que houve um confronto entre Ronaldo e agentes do Estado, tais como perícia de armas e perícia do local onde o confronto teria acontecido.<br />
Uma testemunha, Paulo Antônio Guerra, também ex-aluno da Geologia, diz ter visto o momento em que Ronaldo foi assassinado por três homens que teriam descido de um veículo e disparado contra ele, posteriormente esses homens teriam colocado uma arma nas mãos de Ronaldo já morto. Em 2012, as circunstâncias da morte de Ronaldo foram mencionadas no livro Memórias de uma guerra suja, de autoria do ex-agente da repressão Cláudio Guerra.<br />
De acordo com o relato, ele teria recebido ordens para executar uma pessoa em um ponto de ônibus na avenida Angélica, em São Paulo (SP). Cláudio Guerra disse que participaram da ação com ele o sargento Jair, o tenente Paulo Jorge (conhecido como “Pejota”) e “Fininho”, e que os três teriam executado Ronaldo Mouth Queiroz. Os restos mortais de Ronaldo Mouth Queiroz foram enterrados no Cemitério da Saudade, em São Paulo (SP).</p>
<p>fonte:https://memorialdaresistenciasp.org.br/pessoas/ronaldo-mouth-queiroz/</p>
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		<title>Coleção Alexandre Vannucchi Leme</title>
		<link>https://memoria.igc.usp.br/colecao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camila Sborja]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 16:52:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Biografia Nascido em Sorocaba em 1950, Alexandre era filho de professores e estudante de 4º ano de Geologia na Universidade de São Paulo (USP). Conhecido como Minhoca, Alexandre era representante dos estudantes na Congregação do Instituto de Geociências e militava na ALN à época de sua prisão. Foi visto pela última vez em 15 de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Biografia<br />
Nascido em Sorocaba em 1950, Alexandre era filho de professores e estudante de 4º ano de Geologia na Universidade de São Paulo (USP). Conhecido como Minhoca, Alexandre era representante dos estudantes na Congregação do Instituto de Geociências e militava na ALN à época de sua prisão. Foi visto pela última vez em 15 de março quando assistia a suas aulas. Foi preso por volta das 11 horas do dia seguinte, 16 de março de 1973, por agentes do DOI-CODI/SP.<br />
Sua prisão ocorreu no marco de um inquérito policial instaurado nesse órgão “para apurar as atividades subversivas da ALN, nesta capital, no qual se envolve Alexandre Vannucchi Leme”, segundo consta do Ofício nº 503/73-GD, do DOPS. No dia seguinte à sua prisão, Alexandre teria morrido em decorrência das feridas causadas por atropelamento de um caminhão. Em nota publicada pelo jornal O Globo em 1° de abril de 1973, no dia 17 de março Alexandre teria declarado um encontro, às 11 horas, com um companheiro no cruzamento das ruas Bresser com Celso Garcia, no Brás. Levado para o local, Alexandre teria entrado em um bar, enquanto os agentes aguardavam à distância. Depois de beber, o militante teria saído “em desabalada carreira, aproveitando-se de que o semáforo, recém-aberto, ainda permitia uma passagem arriscada”, momento em que teria sido atingido por um caminhão Mercedes Benz. As reais circunstâncias de morte de Alexandre foram esclarecidas pelos depoimentos de nove presos políticos na 1ª Auditoria Militar, em julho de 1973. Segundo as declarações, Alexandre foi torturado nos dias 16 e 17 de março por duas equipes do DOI-CODI/SP.<br />
Ao meio dia de 17 de março, Alexandre foi jogado na cela-forte e por volta das 17h, o carcereiro foi buscá-lo para uma nova sessão, quando descobriu que estava morto. As celas próximas àquela ocupada pelo militante foram evacuadas e o corpo ensanguentado, retirado. Os policiais informaram aos presos que Alexandre teria se suicidado com lâmina de barbear. Em depoimento prestado à CNV em 21 de novembro de 2012, Marival Chaves Dias do Canto, ex- servidor do DOI-CODI/II Exército na época em que Vannucchi esteve preso, admitiu que ele foi morto nas dependências daquele órgão. Ao ser questionado se foi suicídio ou suposto suicídio, Marival respondeu: “Suposto suicídio. [&#8230;] O Vannucchi, a história que contam no DOI é que ele foi levado para a enfermaria, para fazer um curativo, se apossou de uma gilete e cortou o pulso, essa é a versão, mas isso não é verdadeiro.<br />
Essas pessoas morreram todas no pau de arara, todas sob interrogatório.” Em 12 de dezembro de 2013, a 2ª Vara de Registros Públicos do Tribunal de Justiça de São Paulo determinou, em sentença proferida pela juíza Renata Mota Maciel Madeira, a retificação da causa de morte de Alexandre Vannucchi Leme. De acordo com a decisão da magistrada, na certidão de óbito de Alexandre devia constar que sua morte decorreu de lesões provocadas por tortura.</p>
<p>fonte:https://memorialdaresistenciasp.org.br/pessoas/alexandre-vannucchi-leme/</p>
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		<title>Coleção Biblioteca Setembrino Petri</title>
		<link>https://memoria.igc.usp.br/colecao-biblioteca-setembrino-petri/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camila Sborja]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2023 18:00:50 +0000</pubDate>
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		<title>Memória Institucional &#8211; Futebol no IGc</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Sborja]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2023 12:08:37 +0000</pubDate>
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		<title>Memória Institucional &#8211; Lançamento do livro Decifrando a Terra</title>
		<link>https://memoria.igc.usp.br/memoria-institucional-30-anos-de-pos-graduacao-2000-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camila Sborja]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 11:31:40 +0000</pubDate>
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		<title>Memória Institucional &#8211; Semana de Cultura e Extensão &#8211; 2003</title>
		<link>https://memoria.igc.usp.br/memoria-institucional-semana-de-cultura-e-extensao-2003/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camila Sborja]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 17:35:45 +0000</pubDate>
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		<title>Memória Institucional &#8211; Montagem e inauguração da réplica do Alossauro</title>
		<link>https://memoria.igc.usp.br/memoria-institucional-30-anos-de-pos-graduacao-2000-3/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 17:23:36 +0000</pubDate>
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		<title>Memória Institucional &#8211; Semana do Geólogo &#8211; Feira USP e as profissões &#8211; 2002 a 2004</title>
		<link>https://memoria.igc.usp.br/memoria-institucional-30-anos-de-pos-graduacao-2000-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camila Sborja]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 16:59:21 +0000</pubDate>
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		<title>Memória Institucional &#8211; Inauguração do Centro de Vivência &#8211; 2003</title>
		<link>https://memoria.igc.usp.br/memoria-institucional-30-anos-de-pos-graduacao-2000/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camila Sborja]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 16:55:57 +0000</pubDate>
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